30 dezembro 2010

Dilma Decide Unificar o Combate às Drogas


A presidente eleita, Dilma Rousseff, e o futuro ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, escolheram o delegado Leandro Daiello Coimbra para comandar a Polícia Federal, em substituição ao atual diretor, Luiz Fernando Corrêa. Dilma decidiu ainda transferir a Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (Senad) do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) para o Ministério da Justiça. Com a troca, o Ministério da Justiça passa a controlar todas as ações federais de repressão e prevenção às drogas.

A Senad, chefiada até então pelo general Paulo Roberto Uchoa, será comandada por um civil. O nome já foi escolhido: será Pedro Abramovay, atual secretário de Assuntos Legislativos. A troca de endereço e de comando da Senad vinha sendo tentada, sem sucesso, desde a fase final do governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Até o ex-ministro Márcio Thomaz Bastos, um dos mais fortes nomes do governo Lula, perdeu o embate. Os militares não abriam mão da Senad.

- A política de drogas tem que estar casada com a política geral de segurança pública - afirmou Cardozo, ao anunciar o nome do diretor da PF e a transferência da Senad.

Coimbra, de 44 anos, é superintendente da PF em São Paulo desde 2008. Dilma e Cardozo chegaram a um consenso sobre o nome de Coimbra após longas negociações. Estiveram cotados para o cargo o superintendente da PF no Rio Grande do Sul, Ildo Gasparetto, e o diretor de Combate ao Crime Organizado, Roberto Trocon, entre outros. Mas, segundo um interlocutor do ministro, a empatia entre Cardozo e Coimbra, numa recente conversa, foi decisiva.

Até então, o ministro nunca tivera contato com o delegado que se tornará, a partir de agora, um de seus principais auxiliares.

- Não foi uma escolha simples. A PF tem hoje quadros altamente qualificados. Ele comandou várias operações, é uma pessoa de elevado gabarito e com uma relevante folha de serviços prestados à Polícia Federal, e, por essa razão, resolvemos escolher o doutor Leandro - disse Cardozo.

A escolha do diretor da PF é uma das decisões mais delicadas da administração federal. Investigações da instituição podem desestabilizar governos. Inquéritos da PF tiveram forte impacto nas duas últimas eleições presidenciais. A área é tão sensível que a presidente Dilma fez questão de participar diretamente da seleção.
A indicação de Coimbra causou surpresa até entre colegas. O favorito ao cargo era o delegado Gasparetto, que tinha como padrinho político o ex-ministro da Justiça e governador eleito do Rio Grande do Sul, Tarso Genro. Ontem de manhã, o nome de Gasparetto chegou a ser dado como certo para substituir Corrêa. Mas, no final da tarde, Cardozo anunciou que a escolha recaíra sobre o superintendente de São Paulo

Nem o próprio Coimbra acreditava na nomeação. Anteontem, ele apareceu para um almoço com amigos com um guia da cidade de Roma embaixo do braço. Ele acreditava que, depois de passar por São Paulo, seria indicado adido policial na Itália. O ex-ministro Márcio Thomaz Bastos elogiou o novo diretor: 

- Ele é um quadro técnico, equilibrado, conhece a máquina da polícia, vai fazer uma grande gestão - disse Tarso.
Atual diretor da PF é cotado para segurança da Copa.

Procurado pelo GLOBO, Coimbra não quis falar sobre a nomeação. Segundo um colega, o delegado só vai se manifestar publicamente na posse, segunda-feira. O atual diretor, Luiz Fernando Corrêa, que tinha linha direta com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, se aposentou e ainda não definiu seu futuro. Ele é cotado para comandar a segurança dos jogos da Copa do Mundo em 2014. Corrêa disse, no entanto, que não tem apego a cargos:
- É preciso acabar com essa tradição de que alguém tem que sair de um cargo agarrado a uma tetazinha. Fechei minha carreira no mais alto posto e com a instituição bem encaminhada. Não negociei nada, ninguém me deve nada - disse Corrêa ao GLOBO

Cardozo confirmou ainda que o atual diretor da Polícia Rodoviária Federal, Hélio Derenne, será mantido no cargo. Derenne está no cargo há oito anos, por indicação do ex-governador do Paraná Roberto Requião (PMDB). O atual ministro da Justiça, Luiz Paulo Barreto, voltará à Secretária Executiva da pasta, cargo que ocupava antes de assumir, no início deste ano, o ministério. O futuro ministro disse que só falta a escolha de um secretário para fechar a equipe, o que deve acontecer ainda hoje.

Fonte: O Globo

Ano Velho


Existem diversas formas de sentir dor. Estará mentindo aquele que disser que nunca chorou ou sofreu por alguém. 
O tamanho e a intensidade da dor são sempre maiores pra quem a sente e, como disse Shakespeare, “Todo mundo é capaz de dominar uma dor, exceto quem a sente”.

Pois eu sempre tive uma filosofia. Acredito que todos tem problemas e todos sofremos por algo ou alguém, o que diferencia as pessoas umas das outras é a forma como encaramos nossos problemas.

Sendo assim, pretendo transformar toda minha dor e tristeza em força.
Força para correr e nadar mais rápido
Força para fazer mais barras e saltar mais longe
Força para estudar mais Português, Raciocínio Lógico, Direito Administrativo, Penal, Biologia Molecular e resolver muitas questões em grupo
Força para chegar à ANP, para chegar na Policia Federal
Força para fazer o que deveria ter feito antes...ME SUPERAR.

Que nesse novo ano todos tenhamos um pouco mais de força e um pouco mais de garra para alcançar nossos objetivos. Vamos fazer dos nossos obstáculos degraus para chegar mais alto.

FELIZ ANO NOVO A TODOS!

Agora sim - O Novo Diretor da PF


O futuro ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, anunciou nesta quarta-feira (29) que o novo diretor da Polícia Federal a partir de 2011 será Leandro Daiello Coimbra, atual superintendente da instituição em São Paulo. Coimbra tem 44 anos e é natural de Porto Alegre.

O atual diretor, Luiz Fernando Corrêa, deixa o cargo após comandar a PF por pouco mais de três anos –ele estava no cargo desde setembro de 2007.

A gestão Corrêa foi marcada por operações polêmicas, como a Satiagraha, que em 2008 resultou na prisão do banqueiro Daniel Dantas. Sobre o atual diretor, Cardozo disse: "Ele me informou que vai se aposentar".

"A Polícia Federal tem pessoas altamente qualificadas e vários poderiam efetivamente ocupar a direção-geral. Mas após uma análise, nós submetemos à presidente eleita o nome do Leandro Daiello Coimbra, superintendente [da PF] em São Paulo, que foi convidado e aceitou ser o novo diretor-geral da Polícia Federal", disse o ministro.
Segundo ele, a PF deve seguir a mesma linha de atuação. "Terá uma linha republicana, competente, eficiente na gestão, e será um braço importante da atuação do Ministério da Justiça no combate ao crime organizado e, obviamente, na segurança pública, que é uma das principais linhas do governo da presidente Dilma Rousseff", declarou.

Sobre as ações contra o narcotráfico no Rio de Janeiro, Cardozo afirmou que as usará como exemplo em sua gestão. "Eu pretendo manter contatos com o governador Sérgio Cabral e com o secretário de segurança pública justamente para que nós possamos aprender com o Rio de Janeiro e, numa ação conjunta e integrada com todos os governadores, efetivamente temos um plano nacional de enfrentamento nessa questão do crime organizado", afirmou.
Fonte: G1

23 dezembro 2010

Dilma quer participar na escolha do novo chefe da PF


A presidenta eleita Dilma Rousseff jamais esquece a investigação da Polícia Federal no caso do dossiê das despesas pessoais do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso quando os computadores da Casa Civil foram arrestados pela PF.


Digamos que, na época, a então ministra considerou a atuação da PF um pouco exagerada.
Este é um dos motivos pelos quais Dilma Rousseff fez questão de participar da escolha do próximo Diretor da Polícia Federal a ser nomeado pelo futuro ministro da Justiça, José Eduardo Martins Cardozo.


NOTA DA MARI:


Sei não...isso pode não ser uma boa idéia. No discurso da presidenta, durante o último debate na globo, ela defendeu muito a PF e disse que foi ferramenta fundamental para a manutenção da ordem no país. Mas verdade seja dita, ela não vai querer ninguém mexendo nas coisas dela. Tomara que seja alguém que, pelo menos, tenha em mente o crescimento e a melhoria do órgão. 


Do jeito que as coisas andam, o órgão não vai segurar muito tempo.


Abçs!

10 dezembro 2010

Pausa



Pessoal, vou ficar uns dias sem postar nada e sem responder aos comentários no Blog pois vou fazer uma viagem a trabalho. Mas o melhor é para onde eu vou.


                                  Foto: Mari


Vou para o Pará, mas especificamente para a FLORESTA AMAZÔNICA. Vou fazer levantamento ambiental de na FLONA. Acho que todos imaginam o que isso significa para uma bióloga, aspirante a perita ambiental né.


Quando chegar posto fotos e conto os causos.


Bjos! 

09 dezembro 2010

Ministro Confirma Concurso


Em visita à cidade do Rio de Janeiro, na última terça-feira, dia 7, para a assinatura de um acordo de cooperação para a instalação de Núcleos de Justiça em comunidades com Unidades de Polícia Pacificadora (upps), o ministro da justiça, Luiz Paulo Barreto, afirmou que a Polícia Federal já possui uma programação anual para a reposição de policiais, por meio de concursos. "A polícia federal já tem um cronograma para a recomposição de seus quadros. Esse cronograma é aplicado de ano em ano, a fim de que os aposentados, ou seja, aqueles que saem, sejam substituídos por novos policiais", disse.

Barreto reafirmou a programação de abertura de vagas para o ano que vem (2011), já anunciada pela pf, e apontou que a intenção é aproveitar ao máximo a capacidade da academia nacional de polícia (anp, localizada em Brasília), onde os policiais federais são formados, para promover o reforço do efetivo."para 2011, a previsão é de, no mínimo, mil vagas (são 1.024). Queremos manter a academia sempre cheia, possibilitando à polícia federal suprir seus quadros em todo o país."

as declarações do ministro Luiz Paulo Barreto vão ao encontro do que disse o diretor de gestão de pessoal da PF, Delegado Joaquim mesquita, em entrevista à folha dirigida, no último mês de junho, quanto ao preenchimento dos cargos vagos na corporação. "Nosso planejamento nos impõe a realização de concursos ao longo dos anos, para o preenchimento desses cargos. É óbvio que isso depende de autorizações do ministério do planejamento", frisou mesquita na ocasião. Ao todo, a PF conta com mais de duas mil vagas em sua área policial, para serem oferecidas em concursos. Além dos cargos incluídos na programação de seleções do ano que vem - Agente, Escrivão, Papiloscopista e Delegado.

07 dezembro 2010

Centros Integrados da Polícia


Todas as capitais brasileiras devem ter centros integrados de comando das polícias, segundo infomrou a Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), que pertence ao Ministério da Justiça. O governo federal já havia anunciado que as 12 cidades-sede da Copa do Mundo de 2014 terão estes centros até o final de 2012.

Em entrevista ao site "G1", o major Alessandro Aragon, subsecretário nacional de Segurança Pública avisou que até o começo do próximo ano, todos os termos de referência para construção dos centros devem ser assinados, com isso, será oficializado o trabalho conjunto das forças estaduais e federais. Em cada centro terão oficiais de todas as forças: Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e Forças Armadas; a estadual contará com Polícia Civil e Militar, e a municipal com a guarda civil.

As 12 cidades-sedes que vão receber os centros até 2012 são: Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Porto Alegre, Brasília, Cuiabá, Curitiba, Fortaleza, Manaus, Natal, Recife e Salvador. De acordo com os termos do convênio, o governo federal será responsável pelos equipamentos dos órgãos e o estado vai arcar com os custos da construção.

Segundo a Empresa de Obras Públicas do Estado do Rio de Janeiro (Emop), as obras tiveram início em outubroe devem terminar em julho de 2011. O Centro Integrado de Comando e Controle do Rio de Janeiro ficará na capital e vai custar R$ 36 milhões. O prédio tem quatro andares e vai abrigar o teleatendimento da Polícia Militar (190), do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência, o Samu (192), Corpo de Bombeiros (193), Polícia Civil, Defesa Civil municipal, Guarda Municipal, Polícia Rodoviária Federal e CET-Rio.

Poder de Parada - Munição


Poder de Parada  ou "Stopping Power", é a capacidade de determinada munição interromper uma ação ofensiva, ou neutralizar um atacante ou oponente com apenas um tiro, pondo-o fora de combate. Não há a intenção de matar o agressor, apenas busca-se a sua momentânea incapacitação. O resultado morte pode ocorrer, mas não é o objetivo ao se determinar o "Stopping Power" de uma munição.

O Stopping Power é determinado pela prática, não se pode determiná-lo por teorias ou testes de laboratório, sua medida é feita em porcentagem de casos reais onde foram utilizados determinados tipos de munição e o indivíduo foi neutralizado com apenas 1 tiro no combate. Por neutralização entende-se o fato de a vítima do tiro entrar em colapso antes de fazer algum disparo ou expressar alguma outra reação de ataque ou fuga.

Por exemplo, coletando informações de que a munição .380 ACP, totalmente encamisada e com ponta oca, de determinada marca e peso, foi utilizada em 109 combates reais, e que, destes 109 casos apenas em 75 os indivíduos foram neutralizados com 1 só tiro, temos que o stopping power deste tipo de munição é de 69%. A porcentagem é que nos permite saber a eficiência do conjunto: calibre + tipo de projétil + peso do projétil + carga de pólvora, etc.

Não se pode ter como definitivo o Stopping Power de determinada munição. Isto porque, como já foi antes explicado, o fator crucial para que qualquer munição produza adequado efeito é o ponto de impacto e penetração do projétil. De nada adianta acertar um tiro de .357 Magnum no braço de um oponente, pois sua ação não cessará. Necessário se faz atingir um órgão vital ou região que produza adequado choque ou traumatismo, para que o poder de parada seja imediato.

Munição



Cartucho é o conjunto do projétil e os componentes necessários para lançá-lo, no disparo.

Munição é o conjunto de cartuchos necessários ou disponíveis para uma arma ou uma ação qualquer em que serão usadas armas de fogo.
O cartucho para arma de defesa contém um tubo oco, geralmente de metal, com um propelente no seu interior; em sua parte aberta fica preso o projétil e na sua base encontra-se o elemento de iniciação. Este tubo, chamado estojo, além de unir mecanicamente as outras partes do cartucho, tem formato externo apropriado para que a arma possa realizar suas diversas operações, como carregamento e disparo.
O projétil é uma massa, em geral de liga de chumbo, que é arremessada a frente quando da detonação, é a única parte do cartucho que passa pelo cano da arma e atinge o alvo.
Para arremessar o projétil é necessária uma grande quantidade de energia, que é obtida pelo propelente, durante sua queima. O propelente utilizado nos cartuchos é a pólvora, que, ao queimar, produz um grande volume de gases, gerando um aumento de pressão no interior do estojo, suficiente para expelir o projétil.
Como a pólvora é relativamente estável, isto é, sua queima só ocorre quando sujeita a certa quantidade de calor; o cartucho dispõe de um elemento iniciador, que é sensível ao atrito e gera energia suficiente para dar início à queima do propelente. O elemento iniciador geralmente está contido dentro da espoleta.

Um cartucho completo é composto de:


1 - Projétil
2 - Estojo
3 - Propelente
4 - Espoleta
1 - Projétil

Projétil é qualquer sólido que pode ser ou foi arremessado, lançado. No universo das armas de defesa, o projétil é a parte do cartucho que será lançada através do cano.
O projétil pode ser dividido em três partes:


Ponta: parte superior do projétil, fica quase sempre exposta, fora do estojo;
Base: parte inferior do projétil, fica presa no estojo e está sujeita à ação dos gases resultantes da queima da pólvora.
Corpo: cilíndrico, geralmente contém canaletas destinadas a receber graxa ou para aumentar a fixação do projétil ao estojo.

Projéteis de Chumbo
Como o nome indica, são projéteis construídos exclusivamente com ligas desse metal. 
Podem ser encontrados diversos tipos de projéteis, destinados aos mais diversos usos, os quais podemos classificar de acordo com o tipo de ponta e tipo de base.


Tipos de pontas:
Ogival: uso geral, muito comum;
Canto-vivo: uso exclusivo para tiro ao alvo; tem carga reduzida e perfura o papel de forma mais nítida;
Semi canto-vivo: uso geral;
Ogival ponta plana: uso geral; muito usado no tiro prático (IPSC) por provocar menor número de "engasgos" com a pistola;
Cone truncado: mesmo uso acima.
Semi-ogival: também muito usado em tiro prático;
Ponta oca: capaz de aumentar de diâmetro ao atingir um alvo humano (expansivo), produzindo assim maior destruição de tecidos.

   Projéteis encamisados 


São projéteis construídos por um núcleo recoberto por uma capa externa chamada camisa ou jaqueta. A camisa é normalmente fabricada com ligas metálicas como: cobre e níquel; cobre, níquel e zinco; cobre e zinco; cobre, zinco e estanho ou aço. O núcleo é constituído geralmente de chumbo praticamente puro, conferindo o peso necessário e um bom desempenho balístico.


Os projéteis encamisados podem ter sua capa exter
na aberta na base e fechada na ponta (projéteis sólidos) ou fechada na base e aberta na ponta (projéteis expansivos). Os projéteis sólidos têm destinação militar, para defesa pessoal ou para competições esportivas. Destaca-se sua maior capacidade de penetração e alcance.


Os projéteis expansivos destinam-se à defesa pessoal, pois ao atingir um alvo humano é capaz de amassar-se e aumentar seu diâmetro, obtendo maior capacidade lesiva. Esse tipo de projétil teve seu uso proibido para fins militares pela Convenção de Genebra.

Os projéteis expansivos podem ser classificados em totalmente encamisados (a camisa recobre todo o corpo do projétil) e semi-encamisados (a camisa recobre parcialmente o corpo, deixando sua parte posterior exposta. Os tipos de pontas e tipos de bases são os mesmos que os anteriormente citados para os projéteis de chumbo.

2 - Estojo
O estojo é o componente de união mecânica do cartucho, apesar de não ser essencial ao disparo, já que algumas armas de fogo mais antigas dispensavam seu uso, trata-se de um componente indispensável às armas modernas. O estojo possibilita que todos os componentes necessários ao disparo fiquem unidos em uma peça, facilitando o manejo da arma e acelera o intervalo em cada disparo.

Atualmente a maioria dos estojos são construídos em metais não-ferrosos, principalmente o latão (liga de cobre e zinco), mas também são encontrados estojos construídos com diversos tipos de materiais como plásticos (munição de treinamento e de espingardas), papelão (espingardas) e outros.

A forma do estojo é muito importante, pois as armas modernas são construídas de forma a aproveitar as suas características físicas.

Para fins didáticos, o estojo será classificado nos seguintes tipos:

Quanto à forma do corpo:
Cilíndrico: o estojo mantém seu diâmetro por toda sua extensão;
Cônico: o estojo tem diâmetro menor na boca, é pouco comum; e
Garrafa: o estojo tem um estrangulamento (gargalo).
Cabe ressaltar que, na prática, não existe estojo totalmente cilíndrico, sempre haverá uma pequena conicidade para facilitar o processo de extração.
Os estojos tipo garrafa foram criados com o fim de conter grande quantidade de pólvora, sem ser excessivamente longo ou ter um diâmetro grande. Esta forma é comumente encontrada em cartuchos de fuzis, que geram grande quantidade de energia e, muitas vezes, têm projéteis de pequeno calibre.

Quanto aos tipos de base:
Com aro: com ressalto na base (aro ou gola);
Com semi-aro: com ressalto de pequenas proporções e uma ranhura(virola);
Sem aro: tem apenas a virola; e
Rebatido:A base tem diâmetro menor que o corpo do estojo.
A base do estojo é importante para o processo de carregamento e extração, sua forma determina o ponto de apoio do cartucho na câmara ou tambor (headspace), além de possibilitar a ação do extrator sobre o estojo.

Quanto ao tipo de iniciação:
Fogo Circular:A mistura detonante é colocada no interior do estojo, dentro do aro, e detona quando este é amassado pelo percursor;

Fogo Central:A mistura detonante está disposta em uma espoleta, fixada no centro da base do estojo.

Cabe lembrar que alguns tipos de estojos nos diversos itens da classificação dos estojos não foram citados por serem pouco comuns e não facilitarem o estudo. 
  
3 - Propelente
Propelente ou carga de projeção é a fonte de energia química capaz de arremessar o projétil a frente, imprimindo-lhe grande velocidade. A energia é produzida pelos gases resultantes da queima do propelente, que possuem volume muito maior que o sólido original. O rápido aumento de volume de matéria no interior do estojo gera grande pressão para impulsionar o projétil.

A queima do propelente no interior do estojo, apesar de mais lenta que a velocidade dos explosivos, gera pressão suficiente para causar danos na arma, isso não ocorre porque o projétil se destaca e avança pelo cano, consumindo grande parte da energia produzida.
Atualmente, o propelente usado nos cartuchos de armas de defesa é a pólvora química ou pólvora sem fumaça. Desenvolvida no final do século passado, substituiu com grande eficiência a pólvora negra, que hoje é usada apenas em velhas armas de caça e réplicas para tiro esportivo. A pólvora química produz pouca fumaça e muito menos resíduos que a pólvora negra, além de ser capaz de gerar muito mais pressão, com pequenas quantidades.
Dois tipos de pólvoras sem fumaça são utilizadas atualmente em armas de defesa:

Pólvora de base simples: fabricada a base de nitrocelulose, gera menos calor durante a queima, aumentando a durabilidade da arma; e

Pólvora de base dupla: fabricada com nitrocelulose e nitroglicerina, tem maior conteúdo energético.

O uso de ambos tipos de pólvora é muito difundido e a munição de um mesmo calibre pode ser fabricada com um ou outro tipo.

4 - Espoleta
A espoleta é um recipiente que contém a mistura detonante e uma bigorna, utilizado em cartuchos de fogo central.

A mistura detonante, é um composto que queima com facilidade, bastando o atrito gerado pelo amassamento da espoleta contra a bigorna, provocada pelo percursor; A queima dessa mistura gera calor, que passa para o propelente, através de pequenos furos no estojo, chamados eventos.

Os tipos mais comuns de espoletas são:
Boxer: muito usada atualmente, tem a bigorna presa à espoleta e se utiliza de apenas um evento central, facilitando o desespoletamento do estojo, na recarga;

Berdan: utilizada principalmente em armas de uso militar, a bigorna é um pequeno ressalto no centro da base do estojo estando a sua volta dois ou mais eventos; e

Bateria: utilizada em cartuchos de caça, tem a bateria incorporada na espoleta de forma a ser impossível cair, facilitando o processo de recarga do estojo.




Outros tipos de espoletas foram fabricados no passado, mas hoje são raros de serem encontrados. 

Fonte: Clube de Tiro Barra Bonita

''Policiais no Brasil ganham muito mal''

Em entrevista ao JB, o secretário nacional de segurança, Ricardo Balestreri, acreditaque os policiais devem ter melhorias em seus salários. Para ele, o país precisa investir, também, em segurança aérea e marítima.
Como o senhor avalia a possibilidade de equiparação salarial entre os policiais militares do país, conforme prevê a PEC 300?
– O que realmente precisamos é reconhecer que os policiais no Brasil ganham muito mal. A questão está no âmbito do Congresso e o governo tem apenas a preocupação de que seja feito com viabilidade econômica. Mas a ideia de uma remuneração justa para os policiais é imprescindível para uma boa segurança pública.
Quais são as principais medidas para combater o crime no Brasil?
– Reforçar o programa de proteção das fronteiras, incrementar o uso pelas polícias do leque de armamentos letais e não letais, além de melhorar a capacitação do efetivo. Precisamos ter políticas de conscientização da sociedade sobre os malefícios das drogas e do envolvimento das diversas instituições: família, escola, igreja. Precisamos continuar reforçando a segurança aérea do país e começar a reforçar a segurança marítima. Efetivamente, não temos serviço de polícia marítima no país.
É necessário aumentar o efetivo de policiais no Brasil?
– De maneira geral, o efetivo brasileiro não está aquém dos padrões internacionais. Temos, hoje, cerca de 600 mil policiais no Brasil entre civis, militares e polícia científica. É um efetivo muito grande. O que precisamos é melhorar a gestão.
Como o senhor viu a ocupação da Vila Cruzeiro e do Morro do Alemão, no Rio de Janeiro, pelas polícias civil, militar e pelas Forças Armadas?
– O governo do Rio está muito bem coordenado. A cidade superou a fase da politização da segurança pública, que não dá para fazer com base em emoções. Os segmentos que estão lá participando – Forças Armadas e Polícia Federal – acreditam no projeto do Rio, que tem um histórico de segurança pública muito desmoralizado. O que nós temos hoje é uma reconquista da credibilidade. Não tem como enfrentar a violência e a criminalidade sem esse coletivo de forças.
O senhor concorda com o uso das forças armadas na segurança pública?
– Em certos casos, concordo. No Rio de Janeiro era preciso uma intervenção pronta e imediata. A legislação permite que em casos extremos as forças armadas sejam utilizadas e nós tínhamos um caso extremo. Dentro desses critérios não há problema. O que Marcello Casal Jr./ABr não pode ocorrer é substituirmos as forças policiais pelas forças armadas.
O que foi feito com relação à criação de uma ouvidoria externa para ampliar o controle das polícias brasileiras?
– Defendo proposta de que o controle externo das polícias seja federal. Essa ideia é complicada num tipo de federação como a brasileira. Os Estados Unidos têm um controle desse tipo em casos de violação sistêmica de direitos humanos ou de corrupção, onde pode haver uma intervenção do FBI. Nós poderíamos ter algo similar no Brasil. Contudo, é preciso alterar a legislação.
Qual o papel do governo federal na segurança dos estados?
– Temos uma gama de possibilidades. A começar pela atuação da Força Nacional de Segurança Pública. Nós podemos e devemos trabalhar mais no âmbito da reformulação das leis. Estamos intensificando ações de controle das fronteiras, com os aviões não tripulados, a partir de uma parceria com Israel. Estamos construindo um programa de segurança pública por vias hídricas, começando as compras das primeiras lanchas de 36 pés. O Rio de Janeiro deve, inclusive, receber duas lanchas.
Fonte: Jornal do Brasil

06 dezembro 2010

Mais do mesmo

O secretário de Segurança do Rio, José Mariano Beltrame, anunciou em entrevista à reportagem que fará com que as corregedorias de polícia deixem de ser "reativas" e passem a "proativas".
"Vamos investigar 'dentro de casa'. Consegui um decreto do governador que vai começar a ser possível pedir a declaração de Imposto de Renda dos policiais. Na Polícia Federal, tem de apresentar a cada seis meses para uma análise patrimonial. Saber se há uma compatibilidade entre o que ganha e seus bens."
Ele coordenou na semana passada a mais dura ação policial contra o tráfico em décadas, com a retomada do complexo de Alemão, na zona norte. Foram mais de cem prisões e mais de 300 armas e 35 toneladas de drogas apreendidas, mas também denúncias de roubos, agressões e corrupção de policiais.
Beltrame não se mostra preocupado com eventuais efeitos da ação do Exército nas favelas do Rio. "Porque ali onde eles vão ficar, não vai mais haver confronto. A Polícia Militar já retirou o colete no Alemão. Ali é uma questão de manutenção da ordem para fazer vasculhamento. Acho que o Exército vai dar show, tem a oportunidade de dar show", acredita.
O secretário também disse que não vai terminar com o tráfico de drogas no Rio. "Basicamente, o que a gente quer é pegar os territórios de volta para o Estado e cobrir sua dívida com aquela região. Mais do que isso: estou criando um ambiente para que se desenvolva ali outra imagem, que não seja a do tráfico."
Beltrame também afirmou que não assistiu ao filme "Tropa de Elite 2", que fala sobre os milicianos _são policiais, bombeiros e agentes penitenciários que cobram taxas de moradores para manter a "paz" em uma determinada área.
"Quando eu cheguei aqui havia seis presos [milicianos], sendo que o delegado que prendeu quatro deles foi parar lá longe. Hoje tem 531 presos por milícia", disse.
Aplaudido na sexta-feira durante um almoço em uma churrascaria e depois em uma agência bancária, ele negou a possibilidade de entrar para a política. "Essa mosquinha ainda não me pegou não", garantiu.
 Fonte: Agora São Paulo

A Força de Beltrame

O secretário Estadual de Segurança Pública do Rio de Janeiro, José Mariano Benincá Beltrame, deu nos últimos 4 anos uma notável demonstração de força. Desde que assumiu o cargo, Beltrame se notabilizou por colocar em prática iniciativas que causaram estragos em áreas em geral blindadas contra o poder do Estado. A primeira grande obra de Beltrame foi o combate à corrupção policial, que culminou na expulsão de 850 agentes. Outra importante marca de sua gestão foi a implementação das Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs), que melhoraram significativamente a vida dos moradores das favelas. Por fim, ele é o homem que coordenou as operações que acabaram por enfraquecer as quadrilhas de traficantes que dominam as comunidades pobres do Rio de Janeiro.
Graças à política de combate ao crime, Beltrame é um homem jurado de morte. Atualmente, há 17 ameaças à sua vida sendo investigadas pela polícia – mas elas não foram suficientes para inibi-lo. Seu esquema de segurança pessoal parece menor que o risco que o cerca: Beltrame anda com seguranças de sua confiança (ninguém revela quantos homens foram destacados para a tarefa) e usa carro blindado, mas dispensa armas e colete à prova de balas. Na manhã terça-feira 30, durante a inauguração da UPP do Morro dos Macacos, em Vila Isabel, ele parecia fugir do centro das atenções. No palco montado para as autoridades discursarem, Beltrame se posicionou  no fundo, quase invisível. Quando foi chamado para falar ao microfone, foi o mais aplaudido.
Reservado e pouco afeito a vaidades, esse gaúcho de 53 anos é obcecado pela missão de acabar com as quadrilhas de traficantes.“Há dias em que ele chega ao trabalho às 7 horas da manhã e sai de madrugada”, diz o coronel Robson Rodrigues, comandante das UPPs. Períodos de pouco descanso são uma realidade já assimilada. “Nestas situações, é assim mesmo, mais trabalho e menos família”, disse Beltrame à ISTOÉ. Nas últimas semanas, sua rotina tem sido de casa para o trabalho e vice-versa. A mulher, Rita de Cássia, e os três filhos – dois do primeiro casamento e um caçula ainda bebê – também acabam vendo o secretário mais na mídia do que pessoalmente. Beltrame tem passado uma média de apenas de cinco horas diárias em casa. A única coisa que não foi alterada é o hábito de tomar chimarrão antes de ir para a secretaria Nos últimos dias, o secretário tem feito um apelo à sociedade e autoridades: enfrentar o tráfico e a questão das drogas “sem hipocrisia.” Quem consome drogas e lamenta a tragédia carioca como se fosse um simples espectador está incluído na categoria que o secretário gostaria de banir.
Fonte: Revista Isto É - Editora Três 

O Novo Ministro da Justiça

Uma das primeiras ações do futuro ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, será comandar uma reunião com os governadores e os secretários de Segurança dos estados para estruturar uma política conjunta de combate à criminalidade. Cardozo disse ontem que o governo federal vai atuar em três frentes: na articulação com estados e municípios, numa maior fiscalização das fronteiras brasileiras e no aprimoramento do setor de inteligência. A prioridade da pasta será fortalecer a segurança pública e combater o crime organizado.
- Vamos fazer um encontro com governadores e secretários de Segurança para discutir uma estratégia de segurança pública que não fique no lugar comum. Temos de investir em propostas comuns e na articulação com os governadores, independentemente de cores partidárias - disse.
Confirmado no cargo ontem pela presidente eleita, Dilma Rousseff, Cardozo foi o principal conselheiro da campanha petista na área de segurança. Para ele, embora constitucionalmente a segurança pública seja uma atribuição dos estados, o governo federal não pode ficar alheio aos problemas de violência registrados em todo o país. Cardozo disse que sua missão no ministério será aplicar as diretrizes estabelecidas no programa de governo de Dilma, que ele próprio ajudou a formatar.
- Segurança pública e combate ao crime organizado são as nossas prioridades. Embora a segurança seja uma tarefa dos estados, o governo federal tem um papel a cumprir, na articulação com os estados e municípios, na fiscalização das fronteiras e no aprimoramento da nossa inteligência - afirmou o petista.
O futuro ministro disse que ainda não decidiu os nomes para os principais cargos do Ministério da Justiça nem para a direção da Polícia Federal, hoje comandada por Luiz Fernando Corrêa, indicado pelo ex-ministro Tarso Genro, que foi eleito governador do Rio Grande do Sul. Mas repetiu o discurso da presidente eleita de que será necessário, além de qualificação técnica, um histórico de seriedade.
- Não tenho nenhuma definição para os cargos. Mas é fundamental para ocupar os cargos-chave combinar perfil técnico adequado, perfil político adequado e seriedade - afirmou Cardozo.
Ele disse ainda que, além das questões de segurança pública, o Ministério da Justiça vai tratar do debate para renovação da legislação brasileira, especialmente dos Códigos de Processo Penal e de Processo Civil.
O futuro ministro afirmou ainda ser uma honra integrar o Ministério de Dilma "pela identidade com o programa e o respeito pela presidente". Disse também se sentir orgulhoso de suceder aos três ministros do governo Lula - Márcio Thomaz Bastos, Tarso Genro e Luiz Paulo Barreto -, que chamou de mestres.
- Vou me dedicar ao máximo para atender à expectativa e cumprir o programa de governo. Tenho a certeza de que a presidente fará um grande governo - afirmou.
Cardozo é o primeiro ministro de escolha exclusiva de Dilma e que não ocupou cargo no governo Lula. Embora tenha sido frequentemente lembrado para o cargo durante os oito anos de Lula, Cardozo não é homem de confiança do presidente e não conseguiu galgar postos de relevância nos dois mandatos de deputado federal. Ele tinha planos de presidir a Comissão de Constituição e Justiça, ser líder do PT e até comandar a Câmara, mas não conseguiu apoio no partido.
Neste ano, anunciou que não disputaria as eleições, dizendo-se decepcionado com o Parlamento e com a falta de interesse dos colegas para levar adiante a reforma político-partidária. Depois de disputar a presidência do PT contra José Eduardo Dutra, ficou com o cargo de secretário-geral do PT e acabou na coordenação da campanha de Dilma. Ao longo de três meses de campanha, aproximou-se da candidata e formou com Dutra e Antônio Palocci um grupo chamado pela própria Dilma de "três porquinhos".
Fonte: O Globo

05 dezembro 2010

A PF Combate às Drogas em 5 estados


 A Polícia Federal deu início a uma operação que tem como objetivo executar 118 mandados judiciais ao mesmo tempo. Chamada de Cinco Estrelas, ela acontecerá no Estados do Tocantins, Pará, Rondônia, Mato Grosso, Rio de Janeiro e Goiás.

Os mandados são referentes a uma investigação que começou há um ano e desvendou uma quadrilha de tráfico internacional de drogas e associação para o tráfico que atua nos Estados onde a operação está sendo realizada. Além desses locais, a quadrilha também atua em uma região na fronteira com a Bolívia.

Segundo a PF, o grupo de Tocantins é composto por um articulador, um transportador e um financiador. O articulador é o responsável por fornecer uma espécie de logística e contatos pessoais para o tráfico internacional. Ele planeja e prepara o transporte de grandes quantidades de drogas para o Estado.

Duas outras partes do grupo têm bases em Goiás e Rondônia e são responsáveis pelo fornecimento da substância ilícita a traficantes nacionais. Segundo a PF, os integrantes agem como intermediários para o abastecimento de drogas para o grupo do Tocantins.

A droga era trazida para o país pela divisa da Bolívia com Rondônia e remetida à cidade de Goiânia (GO), que serve de grande polo de distribuição de drogas psicotrópicas a outras localidades do país. Um dos sócios do negócio ilícito serve como recebedor e vendedor da droga importada do país vizinho, mantendo o controle do estoque e contabilidade do bando. Outros traficantes arquitetavam o transporte da substância ilícita importada para as localidades onde estavam sediados os encomendadores da droga, recebendo como pagamento, parte do lucro obtido com a importação realizada.

A investigação teve início com o grupo estabelecido em Tocantins, que por diversas vezes realizou contatos, encomendou e adquiriu drogas ilícitas do grupo de Goiânia (GO) e Rondônia. Inclusive os 350 kg de cocaína apreendidos pela PF em Tocantins no ano de 2009. A partir daí, foi possível identificar os demais autores do tráfico internacional de drogas e a forma como arquitetavam os crimes.