19 agosto 2016

Na traaaave!

Resultado de imagem para bola na trave 
Sabe aquele campeonato... não era bem uma Libertadores, mas valia um título tipo "Campeão do brasileiro"? Pois é... Ai você tá lá, na final contra o arquirrival. Faltando 1 minuto pra acabar o jogo, juiz marca a falta na pequena área. Lá vai você pra marca do pênalti. Você treinou, se preparou e está disposto a dar tudo de si. 

O juiz apita, você da o seu melhor chute, mas a bola bate NA TRAVE. 

Conseguiu visualizar? Pois é... essa ai fui eu fazendo a prova de Perito da PCDF.
Estuei pacarai. Foram 6 meses estudando 10 horas por dia (de verdade). 

Eu sabia que a chance de aprovação era pequena, afinal, eu estava estudando a pouco tempo e tem gente estudando há anos pra essa prova. E assim... verdade seja dita... esse é um dos concursos mais concorridos do país e que tem poucas vagas (11).

Além disso, a prova foi cruel. Foram 400 assertivas e 4 redações em 5 horas de prova. Um massacre rsrsrs. A matéria também era muito grande e muita coisa era novidade pra mim. Mas como sempre, eu esperava mais de mim. Tive tempo de estudar tudo e revisar tudo, também. Esperava tirar uns 60%, pelo menos. Mas saí da prova faltando 5 min pra acabar o tempo e com a sensação que tinha ido muito mal.

Pois bem, saiu o resultado da prova objetiva e por 1,25 eu fiquei fora da nota de corte para corrigir a redação. Claro que isso não quer dizer que se tivesse feito esse 1,25 eu estava aprovada. Claro que não. Teriam ainda muitas etapas pela frente, inclusive a redação.

Num primeiro momento fiquei frustrada, triste, desmotivada. Depois, com calma fui digerindo a informação. Agora eu tô aqui pensando com meus botões: Foi minha PRIMEIRA prova e eu quase tive minha redação corrigida. 

Cara, isso é bom demais!

Já estou refazendo a prova e vendo onde errei. Vi que cai em muitas pegadinhas e isso é relativamente bom. Quer dizer que sei o conteúdo, preciso de maldade e atenção. 
O cronograma de estudos já foi atualizado e vou estudar como nunca. A PF ta pra sair e, dessa vez, eu quero ver meu nome na lista do TAF.

Simbora que o tempo urge.


09 junho 2016

Sua vez...


Vâmo lá moçada, esse negócio de só eu falar por aqui ta ficando monótono vai.

Me falem de vocês. Como andam os estudos? 
Com o que sonham quando pensam no futuro? Onde querem chegar? O que estão fazendo pra isso acontecer? Qual seu medo, o que te impede de chegar lá? Qual o cargo que querem na PF? O que esperam da PF?
Qualquer coisa que queiram compartilhar...
Quero ouvir vocês, as dificuldades de vocês, as dúvidas, medos, certezas... 

Abre seu coração aqui hahahaha!



03 junho 2016

Primeira delegada eleita gera polemica na PF

delegada, erika, pfA delegada federal Érika Mialik Marena, que faz parte do grupo que conduz a Operação Lava Jato, obteve o maior número de votos de seus pares entre os candidatos de uma lista tríplice para a escolha do próximo diretor da Polícia Federal.

Se sua nomeação for confirmada pelo presidente interino, Michel Temer, será a primeira vez que uma mulher chega ao cargo e também a primeira vez que a escolha é feita em votação da própria categoria. Tradicionalmente, o diretor-geral da Polícia Federal é escolhido pelo presidente do país. O atual diretor, Leandro Daiello, está no cargo desde o início de 2011, quando foi nomeado pela presidente afastada, Dilma Rousseff.

Mas neste ano, a Associação Nacional de Delegados da Polícia Federal (ADPF) fez uma votação entre seus membros para indicar três nomes de candidatos ao cargo para pressionar o governo a seguir esse novo rito após a saída de Daiello, prevista para ocorrer após a Olimpíada.

A entidade também defende a aprovação da PEC 412 (que aguarda parecer do relator na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados) - que prevê a autonomia administrativa da PF -, a adoção da lista tríplice e um mandato de três anos para o diretor.

A decisão por lista tríplice, porém, causou um racha dentro da Polícia Federal. Para sindicalistas, a votação é injusta e antidemocrática por contar com votos apenas dos delegados, que correspondem a cerca de 10% do total de funcionários da categoria.

O presidente da Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef), Luís Boudens, diz que não aceita ou reconhece a indicação de uma lista tríplice. Para o presidente da federação, o diretor-geral deve ser escolhido por competência e experiência em gestão administrativa.

"Aceitar a lista é permitir o apoderamento institucional da Polícia Federal. A Lava Jato é patrimônio da sociedade e não pode ser usada para atender a interesses pessoais do cargo de delegado de polícia", diz Boudens.
Técnico e isento

Em entrevista à BBC Brasil, a delegada que venceu as eleições afirma que a lista é um modelo técnico e isento para definir o dirigente máximo da Polícia Federal. Érika Marena diz que os delegados que concorrem à diretoria têm vasta experiência na carreira e que a escolha é democrática.

"A técnica já é usada em outras instituições, como no Ministério Público Federal, para o posto de Procurador-Geral da República. A escolha representa uma garantia de proteção da Polícia Federal contra ingerências políticas externas e um atestado de lisura, de que operações importantes - como Lava Jato, Zelotes e Acrônimo - terão continuidade sem interferências indevidas", diz ela.

O presidente do Sindicato dos Policiais Federais em São Paulo, Alexandre Santana Sally, rebate com o argumento de que o Ministério Público elege sua lista tríplice por meio de uma votação com todos os servidores.

"Se a categoria inteira pudesse escolher e outros servidores pudessem se eleger, seria muito mais democrático. Por que somente o cargo de delegado tem condições de exercer a direção-geral do órgão se todos os outros policiais federais também têm nível superior?", questiona.Image copyright

Para Érika Marena, um delegado(a) deve ser o diretor da instituição por ser o responsável por conduzir as investigações.

"Cabe ao delegado, por conta dessa responsabilidade legal, zelar pela melhoria das condições de trabalho de todos os servidores e ouvi-los", diz ela.

"O mesmo raciocínio se aplica ao voto em lista dos defensores públicos, procuradores e promotores estaduais, como classe dirigente de suas instituições. Não há nada inédito, apenas uma decorrência das responsabilidades do cargo", afirma Marena.


Para o sindicalista Alexandre Santana Sally, o ideal seria que a escolha do diretor da Polícia Federal fosse feita pelo ministro da Justiça, caso não haja eleições com voto para todos os servidores.
Ele diz que uma possível aceitação da lista tríplice atende a uma "pressão ilegal de uma única categoria" e "vai aumentar ainda mais o racha que existe dentro da Polícia Federal."

"Não defendemos o Leandro Daiello [atual diretor-geral]. Pelo contrário, temos ressalvas quanto à sua administração. Mas mexer agora na direção, no curso da Lava Jato, uma operação superimportante para a sociedade, não é salutar", afirma.

Outro argumento em defesa da lista tríplice usado pelos delegados é de que ela aumentaria a autonomia dos policiais.

Érika Marena diz que, sob a atual legislação, a PF está sujeita a interferências externas de forma indireta.

"Uma coisa é a autonomia técnico-jurídica na condução de uma investigação criminal, que não pode sofrer interferências diretas por garantia legal. Mas há formas de interferência indireta, como no corte de recursos, alocação de pessoal etc", diz Marena.

"Por isso, precisamos buscar a autonomia funcional, administrativa e financeira, que permite à instituição elaborar sua proposta orçamentária, definir a aplicação de seus recursos e a sua gestão de pessoal, como têm feito a Defensoria Pública da União e as agências reguladoras, sem que isso implique em independência do Poder Executivo", afirma ela.
Fonte: BBC Brasil
E você... o que pensa disso tudo?? 

02 junho 2016

Até o Limite...


"Eu nunca vi algo selvagem ter pena de si mesmo, um pássaro cairá morto de um galho sem jamais ter sentido pena de si mesmo." David Herbert Lawrence.

Qual é o limite? Quando é hora de parar, você sabe?
As vezes eu acho que sei, mas as vezes sei que não. Quando o assunto é treinar, já adianto, sempre fui a mais franga do mundo do Brasil. Mas de uns tempos pra cá, as coisa mudaram...
Não tem mais disculpinha, não tem mais "hoje não vou treinar"...
De uns tempos pra cá, treino é parte do preparo e o preparo é constante, frenético e a estrada é longa demais pra chegar onde eu quero.

Mas... e daí! Nunca tive nada fácil nessa vida. Sempre fui abençoada, mas tinha que correr atras de quisesse manter a bolsa da escola, pagar a faculdade, a pós... Nada de carro, viagem, roupa de marca. A prioridade sempre foi estudar. Não é de se impressionar que eu acabei aqui né, correndo atrás de uma vaga pra um dos cargos mais difíceis que existe no Brasil.

Mas e o limite? Quando é a hora de dar um tempo pra cabeça, pro corpo? Quando é a hora de largar o livro, o peso e dar um tempo?

Nessa altura do campeonato eu nem sei. Estou prestes a ter meu primeiro teste real de preparação e não me sinto preparada. A massa cinzenta fica branca, o corpo todo dói, os hormônios não funcionam como deveriam... Não me importo! Não agora. Depois talvez!

Foram vários meses com mais de 12 horas de treino e estudos diários, que espero ver retribuídos em mais que esses 8kg perdidos. Mas a espera é uma bela bosta hahaha.

E olha que nem é o edital da PF hen rsrs. Quando for... Ai meu amigo... Vou conhecer novos limites de mim mesma.

Por hora... treino é treino, jogo é jogo!

28 abril 2016

Superação



Invictus

Out of the night that covers me,
Black as the pit from pole to pole,
I thank whatever gods may be
For my unconquerable soul.

In the fell clutch of circumstance
I have not winced nor cried aloud.
Under the bludgeonings of chance
My head is bloody, but unbowed.

Beyond this place of wrath and tears
Looms but the Horror of the shade,
And yet the menace of the years
Finds and shall find me unafraid.

It matters not how strait the gate,
How charged with punishments the scroll,
I am the master of my fate,
I am the captain of my soul.

26 abril 2016

Aumentam as Chances de Concurso pra PF ainda em 2016

policia_federal


Um dia após o anúncio de mais de 5 mil vagas ociosas, sendo a maioria administrativa, no Departamento de Polícia Federal pelo presidente da Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (ADPF), Carlos Eduardo Miguel Sobral, o processo que trata da consulta de verba para realização do concurso público para PF ao Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG) voltou a tramitar dentro do órgão, um ótimo indicativo de que a PF contará com reforço de pessoal. Sobral informou que há, atualmente, nada menos que 500 cargos vagos de delegado e perito, além das posições ociosas nas demais carreiras, inclusive administrativas. “Necessitamos de urgente recomposição do nosso efetivo, para que possamos prestar nossos serviços públicos com qualidade e excelência reconhecidas pela população brasileira”, afirmou.


O presidente da Associação ainda afirmou que o departamento aguarda apenas a disponibilização de recursos orçamentários para preencher os cargos vagos. 


Na opinião do presidente da Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef), Jones Leal, o departamento deveria quadruplicar o quantitativo de policiais no Norte, que hoje não chega a 500. “No mínimo, na pior das hipóteses, necessita de 2 mil policiais”, afirmou. E de acordo com Leal, não está sendo cumprido o Decreto 8.326/14, que determina que os concursos para cargos policiais sejam realizados sempre que o quantidade de vagas ociosas exceder 5% do total existente para o respectivo cargo. “Os cargos de agente, escrivão e papiloscopista já excederam esse limite há muito tempo. Só no cargo de escrivão, dos que entraram pelo concurso de 2014, quase 30% já saíram”, contou ele, apontando ainda que a formação de cada policial custa R$120 mil aos cofres públicos. A última seleção para escrivão foi para 350 vagas.


Atualmente, a PF tem planos de abrir concurso para 491 vagas de delegado e 67 de perito, mas a partir do fim do primeiro trimestre do ano que vem, quando a validade do atual concurso para agente tiver expirado, o departamento já poderá convocar nova seleção para o cargo. No caso de escrivão e papiloscopista, isso já pode ser feito, mas o órgão informa não ter previsão nesse sentido.


Fonte: Policia Atualizada (editado)

17 abril 2016

O outro lado da moeda!

Fala moçada!
Sei que faz tempo que não as caras por aqui. Mas sei que sabem que a vida de quem estuda pra concurso é aquela correria contra o tempo, então sei que vão me perdoar rsrs.

Moçada achei sem querer ums série/documentário, chamado "Papo de Polícia" que mostra o outro lado de quem vive na favela, de quem vive na polícia.
O documentário é basicamente um apanhado de bate papo entre um policial civil do RJ, Beto Chaves, e as pessoas que vivem ou convivem com o complexo do alemão. A série foi gravada pouco depois da retomada/invasão/pacificação do complexo do alemão e mostra a visão das pessoas que viveram o antes e o depois.

Vale muito a pena, por que é humano. Trata as pessoas como as humanas que são e mostra as fragilidades desse sistema onde somos todos dispensáveis aos olhos do poder.


Assistam! Vale a pena essa reflexão.

Abraços e bons estudos!