30 novembro 2010

Operação da PF contra Crimes Ambientais


 Com o objetivo de combater crimes ambientais no Tocantins, a Polícia Federal (PF), em parceria com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), realiza hoje a operação Cantiga. Pelo menos 40 policiais federais e 11 servidores do Ibama estão envolvidos na ação, que cumpre dez mandados de busca e apreensão e dez mandados de condução coercitiva em Miracema do Tocantins, Paraíso do Tocantins e Palmas.
Segundo a PF, as investigações começaram em abril do ano passado, após ofício encaminhado pela Superintendência do Ibama no Estado, no qual contém informações a respeito da possibilidade de falsificações de anilhas oficiais para serem usadas na identificação individual de aves nativas. O esquema estaria sendo utilizado por uma quadrilha que comercializava aves usando as anilhas para maquiar a origem delas e forjando sua legalidade.
O nome da operação, Cantiga, se refere ao canto das aves aprisionadas, como do curo e azulão (foto), geralmente capturadas e vendidas pelo seu canto. Os envolvidos são investigados e podem responder por práticas de crimes contra o meio ambiente, uso e falsificação de anilhas oficiais, formação de quadrilha e outros crimes, e podem pegar até dez anos de prisão. As aves recuperadas serão encaminhadas ao Centro de Triagem de Animais Silvestres - Cetas, do Ibama, em Goiânia (GO).
Fonte: Estadão

Inteligência na Segurança Pública


 Desde que o governo unificou o sistema de repressão aos crimes ambientais, o combate às fraudes tem avançado, apesar de elas estarem cada dia mais sofisticadas. Daí a importância do uso da inteligência em ações de contrainformação postas em prática de 2009 para cá pela Polícia Federal e pela Agência Brasileira de Inteligência (Abin).
A Operação Arco de Fogo, da PF e da Abin com Polícia Rodoviária Federal, Ibama e Força Nacional de Segurança no Maranhão, Mato Grosso, Pará e Rondônia, apreendeu 247.173,01 metros cúbicos de madeira, o suficiente para encher 8.231 carretas. E as maiores apreensões ocorreram em março e abril deste ano, totalmente planejadas pelo setor de inteligência.
Segundo Cláudio Gomes, delegado da PF e coordenador-geral da Polícia Fazendária, hoje a repressão não é mais feita contra o pequeno delinquente. A PF se volta agora para os grandes chefes das cadeias das fraudes, seja na distribuição da madeira ilegal, seja na venda dela para o exterior. Gomes disse que há uma certeza entre os que combatem o crime: as fraudes sempre passam por dentro dos órgãos ambientais. Começam sempre no plano de manejo florestal.
"As quadrilhas insistem na derrubada das árvores porque a atividade é das mais lucrativas: o metro cúbico, que custa R$ 100 na origem, é vendido a R$ 1,4 mil quando chega ao Sudeste ou a U$ 4 mil quando madeira como o mogno é exportada."
O delegado Franco Perazzoni, do setor de inteligência no combate aos crimes ambientais, diz que, além do trabalho conjunto dos órgãos envolvidos, é preciso melhorar a análise dos planos de manejo e obter maior transparência na fiscalização realizada pelos Estados, além da integração dos bancos de dados.
Nas ações de inteligência, a PF identificou fraudes diversas. Entre elas, o transporte de pelo menos 10 mil metros cúbicos de madeira (333 carretas) por um veículo que aparecia em vários locais em curtos espaços de tempo. Verificada a placa, descobriu-se que pertencia a uma moto.
Outras fraudes estão na concessão de autorização de desmatamento, de manejo ou de emissão de guia de transporte e documentos "esquentados", abastecendo e incentivando todo o esquema.
Fonte: Estadão

Pacote contra o Crime Organizado


Para colocar em prática o plano de combate ao crime organizado, a presidente eleita, Dilma Rousseff, prepara ações em cima de quatro eixos: reestruturação do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), acréscimo de pelo menos 37% nos investimentos em segurança pública, estímulo à área de ciência e tecnologia nas Forças Armadas e reforço do caráter civil do Ministério da Defesa.
Depois de o GSI ter tido um perfil apagado no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Dilma decidiu dar nova cara à segurança institucional. A presidente eleita estuda a possibilidade de desmilitarizar o gabinete, atualmente sob o comando do general Jorge Armando Félix. Segundo fontes do Palácio do Planalto, a proposta é reduzir o grau de ingerência dos militares na Presidência. Desde a redemocratização, só generais ficaram à frente do cargo.
A Casa Militar passou a ser chamada de GSI em 1999. Entre as atribuições da pasta estão a assistência direta ao presidente da República em assuntos militares e de segurança, prevenção e articulação de crises e coordenação das atividades de inteligência federal. O gabinete também tem poder de polícia para fazer a segurança pessoal do chefe de Estado e de seus familiares. Esse, de acordo com as fontes ouvidas pela reportagem, seria o ponto mais incômodo para Dilma. A petista — que integrou grupos armados de combate à ditadura militar — teria preferência por um civil no cargo. Durante o período em que ocupou a chefia da Casa Civil, o desconforto entre a ministra e os militares do GSI era visível.
A presidente pode ainda intensificar a atuação do novo GSI nas ações relacionadas à prevenção ao uso de drogas, tratamento e reinserção de usuários. Dilma “adotou” o Plano Nacional de Enfrentamento ao Crack como política do seu governo. Ontem, o plano recebeu verba extra do presidente Lula. Foram R$ 328,3 milhões. Parte desse montante — R$ 100 milhões — foram destinados à Presidência.
Para a Polícia Federal (PF), a intenção de Dilma é indicar um diretor da escola de combate ao crime organizado e lavagem de dinheiro. Os dois nomes cotados: Ildo Gasparetto, superintendente no Rio Grande do Sul, e Roberto Troncon Filho, atual diretor executivo, vieram dessas áreas. Gasparetto, indicado pelo governador eleito Tarso Genro, tem cargo garantido em Brasília. Ele é lembrado, além da PF, para ocupar a Secretaria Nacional de Segurança Pública no Ministério da Justiça, pasta que terá como titular, ao que tudo indica, José Eduardo Cardozo (PT-SP). O petista assumirá a pasta com um Orçamento reforçado. Para 2011, são R$ 11 bilhões, dos quais R$ 2,1 bilhões em investimentos. Neste ano, a previsão era de R$ 1,5 bilhão em recursos para aplicação, um crescimento de 37%. O Sistema Único de Segurança Pública passa de R$ 464 milhões, em 2010, para R$ 628 milhões no ano que vem.
Abin
O governo pretende qualificar a segurança e a inteligência do controle de fronteiras no trabalho feito por PF, Forças Armadas e Abin. A agência, nesse modelo integrado, ganha papel de maior destaque. Desde a campanha, discutia-se a possibilidade de colocar a Abin sob a guarda da Presidência.
Para a PF, a promessa é tirar do hangar os Veículos Aéreos Não Tripulados (Vant), comprados de Israel. Como a intenção é ter mais dessas aeronaves na patrulha fronteiriça, com atenção redobrada à Tríplice Fronteira (Brasil-Paraguai-Argentina), o novo governo promete estimular a construção dos Vants pela indústria bélica nacional.
A própria institucionalização do Ministério da Defesa faz parte do esforço de Dilma de colocar Forças Armadas, PF e Abin em sintonia. Atendendo a um pedido do presidente Lula, ela manteve no posto Nelson Jobim (PMDB). Depois de seguidas crises de comando, o peemedebista conseguiu centralizar o poder e acabar com a disputa aberta entre as três forças. Apesar do prestígio a Jobim, o orçamento de investimento da Defesa caiu de R$ 6,9 bilhões para R$ 6,3 bilhões. Entre os programas desprestigiados estão o reaparelhamento do Exército e da Força Aérea. Dilma deve decidir sobre a compra dos caças para a Aeronáutica. O Orçamento total da pasta é de R$ 62,4 bilhões: 73,4% para folha de pagamento.
UPPs ampliadas
A presidente eleita planeja levar a experiência das Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) do Rio de Janeiro para as cidades mais violentas do país. Ela prometeu instalar cerca de 2 mil postos de polícia comunitária, começando pelas regiões metropolitanas.
Desprestígio nacional
O desenvolvimento de Veículos Aéreos Não Tripulados (Vant) no Brasil começou em 2003, pelo  projeto Gralha Azul. Foram construídos dois protótipos com 3,75m de envergadura e 2,56m de comprimento. O problema é que, apesar do projeto nacional, a PF acabou comprando três aeronaves de Israel ao custo unitário de R$ 8 milhões, o que irritou os militares, que ainda não viram a política voltada para o setor decolar. A PF planeja comprar 14 aeronaves.
Fonte: Correio Braziliense

26 novembro 2010

A PF integra ações no Rio de Janeiro



Pelo menos 21 agentes do Estado integram missões em favelas do Rio de Janeiro
Grupo da PF embarca nesta noite. Policiais da PRF deixam o Estado no início da madrugada
Pelo menos 21 agentes com atuação no Estado integrarão as missões policiais realizadas em favelas na zona norte do Rio de Janeiro, em resposta a onda de ataques iniciadas no último domingo por criminosos. Os policiais integram os efetivos do Rio Grande do Sul da Polícia Federal (PF)  e da Polícia Rodoviária Federal (PRF).
De acordo com a superintendência da PF,15 homens do Estado seguirão para o Estado fluminense. Eles fazem parte do Grupo de Pronta Intervenção (GPI) do Rio Grande do Sul. Nove deles embarcam às 19h30 em um voo da Tam. Três sairão de Brasília, onde participavam de cursos. Outros três atuam no interior e viajarão separados do grupo principal.
Os agentes se apresentarão nesta noite junto a PF do Rio de Janeiro. Conforme a polícia, eles ajudarão na contenção em áreas de risco, como no Complexo do Alemão, na zona norte da capital fluminense.
Atendendo pedido da direção da Polícia Rodoviária Federal (PRF) de Brasília, seis agentes que atuam no Estado também seão encaminhados ao  Rio de Janeiro. Eles deixam Porto Alegre no início da madrugada de sábado, em viaturas da corporação.
Segundo a PRF, os patrulheiros do Núcleo de Operações Especiais atuarão em barreiras montadas nas rodovias fluminenses. 
O GPI da PF do Rio Grande do Sul foi criado em agosto de 2009, com o objetivo de realizar ações policiais em situação de risco diferenciado, nas quais se exigem técnicas, táticas e equipamentos especiais. O treinamento é continuo e prepara os policiais para ocorrências de grande vulto e dificuldade. 
Os integrantes do grupo foram secionados e formados no Curso de Técnicas de Intervenção, ministrado no Comando de Operações Táticas (COT), em Brasília. Além disso, alguns policiais são enviados para treinamentos em outras unidades, como por exemplo o Curso de Ações Táticas do Bope no Rio de Janeiro. 

Fonte: Diário Catarinense.

E o Rio de Janeiro...Aquele Abraço


O Rio de Janeiro continua lindo

O Rio de Janeiro continua sendo
 O Rio de Janeiro fevereiro e março
 Alô, alô, Realengo Aquele Abraço!
 Alô torcida do Flamengo Aquele abraço!
 Chacrinha continua balançando a pança
 E buzinando a moça e comandando a massa
 E continua dando as ordens no terreiro
 Alô, alô, seu Chacrinha velho guerreiro
Alô, alô, Terezinha Rio de Janeiro
Alô, alô, seu Chacrinha velho palhaço
Alô, alô, Terezinha
Aquele Abraço!
 Alô moça da favela
Aquele Abraço!
 Todo mundo da Portela
Aquele Abraço!
Todo mês de fevereiro
Aquele passo!
Alô Banda de Ipanema
Aquele Abraço!
 Meu caminho pelo mundo eu mesmo traço
 A Bahia já me deu régua e compasso
Quem sabe de mim sou eu
Aquele Abraço!
Prá você que me esqueceu
Ruuummm!
Aquele Abraço!
Alô Rio de Janeiro
Aquele Abraço!
Todo o povo brasileiro
Aquele Abraço!
NOTA DA MARI:
Não sei nem por onde começar meu lamento. Como pode uma cidade como o Rio de Janeiro ter pessoas como essas aterrorizando a cidade?
De um lado a indignação com tamanha ousadia. Do outro José Beltrame com sua resposta rápida. 
A partir de hoje, estão unidos nessa batalha a PM do Rio, o BOPE, os Fuzileiros Navais da Marinha do Brasil, a Policia Rodoviária Federal, o CORE e a Policia Federal. Agora sim meu amigos...agora o bicho vai pegar.

Esses traficanteszinhos de merda sacudiram uma jaula de leões...agora qeu ver esses muleques com fuzil na mão trocar tiro com TODAS AS TROPAS DE ELITE DO PAÍS.

Fiquemos de olho no noticiário.
Abçs!