26 novembro 2011

O CONCURSO JÁ FOI AUTORIZADO...

O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, afirmou nesta quarta-feira (23) que o governo federal estuda uma “maneira jurídica adequada” para melhorar os salários dos agentes da Polícia Federal que atuam nas faixas de fronteira em todo país. A gratificação é uma reivindicação de sindicatos que representam a categoria, e o ministro afirma que há orçamento para o adicional.

“Não é uma questão financeira. Estamos trabalhando nisso porque os policiais federais recebem subsídios e não podem receber gratificação. Estamos vendo a maneira jurídica adequada de remunerar melhor os que estão na fronteira. O sindicado tem legítimo direito de fazer reivindicações”, afirmou Cardozo.
Em reportagem publicada no jornal “O Estado de S. Paulo”, desta quarta, o presidente da Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef), Marcos Wink, afirmou que o governo está protelando para 2012 a execução do Plano Estratégico das Fronteiras, 
lançado em junho pelo governo.Além do pagamento de adicional para os policiais federais lotados nas fronteiras, o plano prevê duplicação do efetivo operacional e melhoria das instalações. "O governo está literalmente nos enrolando", disse o presidente da entidade, que lidera uma operação padrão dos policiais federais nas fronteiras.

Em reposta, o ministro da Justiça garantiu que o plano está sendo “fielmente” executado conforme o anúncio feito em junho.

“É uma reivindicação sindical. No caso das fronteiras, todo o programa está sendo executado rigorosamente dentro do estabelecido, ou seja, os investimento serão feitos ao longo dos quatro anos." O CONCURSO JÁ FOI AUTORIZADO E TEREMOS INGRESSO DE QUADROS TANTO NA POLÍCIA FEDERAL QUANTO NA POLICÍA RODOVIÁRIA FEDERAL", disse Cardozo. 

O ministro da Justiça participou nesta quarta do lançamento
 do Programa Nacional de Apoio ao Sistema Prisional que pretende criar 42,5 mil novas vagas após ampliação e construção de novos presídios no Brasil. A iniciativa prevê R$ 1,1 bilhão até o final do governo da presidente Dilma Rousseff, que serão distribuídos pela União aos estados e ao Distrito Federal.

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