11 abril 2011

Luto

Não sabia se escreveria algo sobre o Massacre do Realengo, mas hoje, ao ler a reportagem feita pela revista veja, senti um aperto no peito. Confesso que me espantei ao ver meus olhos marejados enquanto lia sobre os sonhos interrompidos de cada uma das 12 crianças cruelmente massacradas por um ser perturbado e cruel.  É muito triste perceber que algumas pessoas são tão egoístas e doentes que precisam gerar dor para ocultar a sua.


Não me passou desapercebida a ação dos Policiais que colocaram suas vidas em risco ao entrarem desacompanhados na escola. Sem saber o que encontrar subiram as escadarias e o Sargento Alves, que se manteve calmo e focado, pode por um fim ao que poderia ser uma tragédia ainda maior. Em entrevista, o antigo policial do Batalhão de Choque da Policia disse apenas :" Não sou herói, estava apenas fazendo meu trabalho" (Veja). Hoje ele é guarda de trânsito.


Me sinto realmente comovida e triste pelas familias que perderam os filhos e filhas do modo mais surpreendente, abrupto e cruel possível. 


Mais uma vez vejo o quando quero fazer algo a respeito. 

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