17 maio 2010

A Jornada - Concurso para PCPF (Parte 2)

A Polícia Federal (PF) está realizando estudos para determinar a necessidade de pessoal em todos os cargos da área policial (delegado, perito, agente, escrivão e papiloscopista), segundo informou a Assessoria de Imprensa da corporação. O levantamento visa à solicitação de novos concursos.

A realização desses estudos já havia sido citada pelo diretor-executivo da PF, delegado Luiz Pontel, em visita recente ao Rio de Janeiro. "Esses estudos estão sendo feitos para quantificar exatamente qual o efetivo que a Polícia Federal necessita, tanto na área policial quanto na área administrativa. Então aguardamos os estudos para nos momentos oportunos estabelecermos os nivelamentos para os concursos", disse ele na ocasião.

Fontes ligadas à PF já confirmaram que está em analise no órgão o pedido de um novo concurso para o cargo de agente. Segundo informação da Comissão Nacional de Aprovados na atual seleção para o cargo, a solicitação seria para 750 vagas. Em entrevista à FOLHA DIRIGIDA no ano passado, o diretor de Gestão de Pessoal da PF, Joaquim Mesquita, já havia afirmado que exite interesse na abertura de novos concursos até o ano que vem.

De acordo com dados divulgados pelo Ministério do Planejamento, há na Polícia Federal 3.461 cargos vagos, sendo 1.631 de agente, 1.046 de escrivão, 490 de delegado, 192 de perito e 102 de papiloscopista. Para concorrer para agente, escrivão e papiloscopista, cujos vencimentos iniciais são de R$7.514,33, é necessário possuir o ensino superior completo em qualquer área. Já para delegado é exigida a formação superior em Direito. Para perito, a formação superior necessária varia conforme a área com vagas em oferta. Os iniciais para os dois cargos são de R$13.368,68.

Etapas - O processo seletivo para os cargos policiais da PF costuma ser o mesmo utilizado na seleção em andamento para agente e escrivão. Segundo esse modelo, os candidatos são submetidos a provas objetivas e discursiva, avaliação psicológica, exame médico e exame de aptidão física. No caso de escrivão, há ainda prova prática de digitação. Os habilitados passam ainda por curso de formação profissional (eliminatório), com duração aproximada de quatro meses.

Fonte: Folha Dirigida

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