29 maio 2010

DG no Paredão da PF

Os servidores da Polícia Federal NÃO ESTÃO SATISFEITOS com a administração do diretor-geral Luiz Fernando Corrêa. No plebiscito realizado no dia 19 de maio em todo o país, 81% dos votantes disseram NÃO ao diretor-geral .

O resultado da votação não chega a surpreender quem circula em delegacias e superintendências pelo Brasil. O descontentamento entre os policiais é crescente diante de uma gestão que até agora não disse a que veio. Agentes, escrivães, papiloscopistas e servidores administrativos pouco valorizados, uma administração voltada para reforçar o poder de alguns grupos e um processo de modernização da gestão que não anda, são alguns dos elementos que ajudaram a sepultar a gestão Luiz Fernando. Se junta a política do “aos delegados tudo, aos demais servidores nada” e o resultado é um índice de fazer corar o ex-diretor-geral Paulo Lacerda.

E não foram poucos os votantes. Mesmo o voto não sendo obrigatório, com operações acontecendo por todo o Brasil e diante da cara feia de alguns superintendentes, 2.431 servidores foram às urnas espalhados por 22 Unidades da Federação. Outros cinco estados ou não realizaram a consulta ou fizeram votação em Assembléia. Nesses casos os números foram desprezados pela Fenapef para resguardar a lisura do pleito.

RIO GRANDE DO SUL – O maior nível de rejeição encontrado pelo diretor-geral é em sua própria terra, o Rio Grande do Sul. No estado 331 servidores votaram no plebiscito. Oitenta por cento dos votos válidos reprovaram a gestão do diretor-geral. O contrário aconteceu com o Superintendente da PF no Estado. Ildo Gasparetto conseguiu 84% de aprovação à sua gestão.

No Tocantins, Santa Catarina, Paraná, Maranhão e Espírito Santo os superintendentes também tiveram suas gestões aprovadas. “Esse é um sinal de que dentro do órgão existem quadros que trabalham em sintonia com os servidores, construindo assim uma gestão democrática e motivadora, que com certeza reflete em um melhor desempenho da unidade da PF”, diz o vice-presidente da Fenapef, Paulo Poloni.

Os números do plebiscito devem servir como uma espécie de baliza para que o diretor-geral e os delegados que o cercam revejam suas administrações, sob pena de deixarem para a história do DPF aquilo que outros tantos diretores deixaram: NADA.

Avaliação dos Superintendentes

Fonte: Fenapef

Nota Pessoal:

Se foram 2.431 votos e 81% de reprovação, isso quer dizer que, 1.969 COMPROVADAMENTE querem que o DG saia da casa.

Eh DG... pede pra sair.

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