24 maio 2010

Aliados Al Qaeda no Brasil.

A Polícia Federal tenta desvendar um enigma que mistura a rede terrorista Al Qaeda, tráfico de cocaína para financiar ações do terror e um grupo brasileiro de supostos contrabandistas.

A investigação visa identificar quem são os brasileiros citados por militantes ligados à Al Qaeda, que ajudariam o grupo terrorista a colocar entre 500 kg e uma tonelada de cocaína em Mali, na África Ocidental.

A aparente conexão brasileira foi descoberta com a prisão, em dezembro do ano passado, de três militantes de um braço da Al Qaeda que atua entre Gana, Mali e Argélia, na África Ocidental.

O trio -Omar Issa, Harouna Touré e Idris Abdelrahman- é de Mali, foi preso em Gana e deportado para Nova York, onde será julgado.

É a primeira prisão de integrantes da Al Qaeda num caso que o governo dos EUA classifica de narcoterrorismo -a venda de drogas para financiar ações armadas.

Touré era o contato com os brasileiros, de acordo com uma investigação da DEA (Drug Enforcement Administration, a agência americana antidrogas).

Em conversas telefônicas e gravações em vídeo, Touré diz que traria a cocaína da Colômbia com a ajuda de brasileiros. O passaporte dele tem a comprovação de que passou pelo Brasil, pela França e pela Arábia Saudita.

Consultada pela Folha, a PF diz que investiga que grupo atuaria no rota do tráfico entre o Brasil e Mali.

TRÁFICO PELO DESERTO

A tarefa do grupo brasileiro seria levar a cocaína da Colômbia para Mali, como relatam documentos obtidos pela Folha nos EUA. De Mali, a droga seria transportada pelo deserto até o Marrocos e depois para a Espanha.

Mali é o principal entreposto de cocaína na África, segundo o Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crimes. O norte do país virou rota de contrabando e palco de sequestros. De 30 a 70 toneladas de cocaína que vão para a Europa passam pela África Ocidental.

O braço da Al Qaeda que levaria a cocaína pelo deserto caiu numa armadilha da DEA. A agência colocou um informante para negociar com o trio como se fosse das Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia).

Os americanos imaginavam que o ódio que ambos nutrem pelos EUA funcionaria como liga para os negócios. Deu certo.
Touré, que veio ao Brasil, disse, em mais de uma conversa com o informante, que cobraria US$ 2.000 por quilo de cocaína transportado -transportar 500 kg renderia US$ 1 milhão ao grupo.

No norte da África, é rotineira a mistura de crimes e radicalismo islâmico. Muitas das rotas de contrabando em Gana e no Chade são dominadas por facções terroristas.

Os militantes que estão presos em Nova York pertencem a um grupo chamado Aqim (Al Qaeda do Magreb Islâmico).

A facção nasceu em 1997 na Argélia, com o objetivo de atacar autoridades seculares argelinas e alvos ocidentais. Em 2006, o grupo assumiu um atentado em que morreram 43 militares da Argélia e o sequestro de 23 europeus.

A aliança da Aqim com a Al Qaeda foi selada em 11 de setembro de 2006, no quinto aniversário do ataque às torres gêmeas de Nova York.

Foi Osama bin Laden quem autorizou que usassem o nome Al Qaeda do Magreb Islâmico -antes, a facção chamava-se Grupo Salafista de Predicação e Combate [predicação é sermão].

Fonte: Folha de S. Paulo

Um comentário:

  1. Excelentíssima Senhora Presidenta da República Federativa do Brasil Dra. Dilma Vana Rousseff,

    Emenda as Denúncias Apresentadas nos dias 24 de Abril de 2012, 15 de Maio de 2012, 15 de Outubro de 2012 e 28 de Janeiro de 2013 (todas com protocolo da Delegacia da Polícia Federal em Curitiba) e outros enviadas via e-mail.

    Venho através desta solicitar a sua atenção e ajuda em um caso de Extrema Urgência relacionado a tortura e tentativa de assassinato que requere atenção imediata.

    O objetivo deste relato é pedir para que a Sra. apresente este caso ao povo brasileiro em um Comunicado Especial da Presidência, nesta Sexta-Feira durante a abertura do Jornal Nacional das 20:00 horas, e que este comunicado seja transmitido a cada duas horas até as 24:00 horas do Domingo (as fotos dos procurados devem ser apresentadas ao povo brasileiro durante o comunicado), e a importância de combater atos de terrorismo deve ser salientada ao máximo.

    Este caso deve ser transformado em Prioridade Máxima da PFB e ABIN, existem crianças entre as vítimas.

    Estou sendo torturado por psicopatas que identificaram-se através do sistema de Monitoramento Neurológico Remoto (RNM) como Ariel Zugman (Eichmann), Ana Zugman, Ilan Zugman, Tali Zugman, Salmo Zugman (médico-Mengele) e Fernando Potrik.

    Através do Sistema de Monitoramento Remoto é possível torturar, manipular, intimidar e até mesmo assassinar empresários competidores e representantes do governo.

    Os membros da quadrilha utilizam durante as torturas nomes de amigos de infância porque são rejeitados sociais, e a Ana Zugman durante as torturas pretende ser uma menina maniaca psicopata sexual.

    A parte mais asquerosa é o assédio sexual, os dois são um casal que procura através do RNM parceiros para satisfazer suas fantasias sexuais, e com certeza este foi o principal motivo que os levou a iniciar este monitoramento e tortura; São maníacos psicopatas sexuais obcecados e estão me torturando remotamente há mais de dezoito meses, com comentários abusivos relacionados a partes íntimas do meu corpo, tortura psicológica diurna e principalmente noturna, motivação ao suicídio e invasão de privacidade total com comentários cruéis e promíscuos, invasão de e-mails e conexões de internet em geral.

    Os mesmos através do sistema RNM estão invadindo e manipulando todo e qualquer raciocínio, pensamento ou memória que passa pelo meu cérebro e me torturando fisicamente através de uma agressão direta ao meu sistema digestivo bloqueando o meu intestino e destruindo o meu figado e rins.

    Este sistema de monitoramento e tortura pode enviar diretamente sinais codificados para o córtex auditivo do cérebro, ignorando a orelha, e também transmite comandos para o subconsciente do torturado, produzindo distúrbios visuais, alucinações visuais, manipulando e lendo as emoções, pensamentos, memórias e sonhos a distância, e pode causar dor a qualquer nervo do corpo.

    Esta tecnologia zomba completamente do poder jurídico, medicina, procedimentos de segurança, instituições e direitos humanos.

    Os direitos humanos universais, o direito do estado e da democracia, estão sendo completamente violados, e as autoridades não reconhecem publicamente tal tecnologia, e não oferecem transparência nas investigações ou analises de tais violações.

    Para todos os preocupados com direitos humanos, liberdade, privacidade, democracia (em todos os aspectos e graus de liberdade humana), individualidade e integridade física e mental, esta tecnologia agride e não deixa provas do abuso.

    As preocupações e os riscos causados por este sistema de tortura são apontadas por agências de direitos humanos em todo o mundo como uma violação da privacidade e dignidade dos direitos humanos fundamentais.

    Respeitosamente,

    Gino Barcal.

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